Contos eróticos nacionais

Contos de sexo nacional onde veremos o relato sexual de um safado que se deu bem comendo a corretora gostosa que adora uma boa foda quente.

Olá pessoal tudo bem? Irei compartilhar com todos mais um dos meus contos de sexo nacionais com vocês. Sei que a galera adora contos de sexo nacional e curto bastante esse site. Enfim eu iria passar um tempo trabalhando no Rio De Janeiro então aproveitei para ver alguns locais para ficar. Quem me atendeu e ficou de mostrar imoveis era Aline uma mulher linda.

A gata tinha cabelos longos, no primeiro dia estava com vestido longo, mais que mostrava um belo corpo. Ela tinha ainda uma boca bem provocante. Depois descobri ainda que tinha uma buceta rosinha toda depiladinha e peitos durinhos bem gostosos.

Assim que chegamos ela foi falando da casa, região e tudo mais, confesso que enquanto ela falava eu mais repara naquelas curvas do no imóvel. Pra ajudar ela se vira e me pergunta o que achei, percebo que ela da uma olhada discreta pra calça. Nessa hora fiquei sem jeito, sou bem safado mas não era primeira mensagem que queria mandar pra uma desconhecida naquelas condições. Mas ela reagiu bem, deu aquela disfarça e perguntou o que achei. Disse que estava bom, mais estava pensado em algo um pouco maior. Então combinamos para o dia seguinte ela me mostrar outro local.

Novamente de vestido dessa vez bem longo, só que mais grudado no corpo e revelador, continuava gostosa. Como ela era casada e sempre bem correta nas conversas, não sabia se daria pra investir e tentar fazer algo. Até que entramos onde era a suite.

– Acho que aqui da pra se divertir bem com sua esposa!

– Mais você com seu marido também iriam gostar.

– Não somos muito disso, não fui criada assim!

Ela então desconversou, e pediu pra eu dar olhada no banheiro da suite. Mais ela ficou na porta e eu já de pau duro com a ultima conversa, passo pela porta, esfregando o pau na mão dela, como se fosse por acaso. Noto que ela fica vermelha digo que parece bom, volto e ela ali ainda. Ou seja tinha gostado, faço a mesma coisa roço meu pau nela de novo.

– Então Alex, que tal esse, podemos fechar?

– Ok Aline esse me parece bem bom, mais tem mais algum em apartamento ou condomínio com piscina?

– Tem sim deixa ver se tenho as chave no carro.

Aline se inclinando no banco do carro com aquela bunda gostosa e a marca da calcinha me fez ficar ainda mais com tesão. Andamos duas quadras ali mesmo e entramos no condomínio. Assim que entramos na sala disse pra ela sem medo.

– Imagino muitas coisas nessa sala aqui e dei um sorriso.

– Como Assim, SR. Alex? não entendi!

– Você deve receber muitos elogios dos homens que você leva pra conhecer as casas.

– Na verdade não gosto desse tipo de conversa, nem das cantadas. Sou casada e esse tipo de conversa apenas com meu marido, fui ensinada assim e tenho princípios.

Nunca mais iria ver Aline de novo, se fechasse era só pagar sinal e pronto, então o que eu tinha a perder? Nada!

– Pode ser mais você olhou bastante por volume na calça quando fiquei de Pau duro, e quando rocei ele em você parece ter gostado também.

– Desculpas se olhei, acho que me impressionei com volume mais só porque até hoje só vi o do meu marido.

– Nunca experimentou outro?

– Já chega dessa conversa, o SR vai querer?

– Primeiro me responda?

– Não, tenho meus princípios e acredito naquilo que fui ensinada, até hoje só meu marido!

Nessa hora eu não tinha mais nada a perder, tirei meu Pau pra fora da calça.

– Então nunca viu outro assim ao vivo?

Dei um sorriso safado e balancei na frente dela.

– Que isso você está louco?

Percebi que ela jamais tomaria a iniciativa então fui até ela peguei na mão e fiz ela segurar. Aline ficou vermelha mais ao mesmo tempo que estava surpresa com tudo aquilo, parecia estar gostando.

– Desculpa não sei o que deu em mim, não posso sou casada.

Então fui mais longe ainda enfiei a mão por baixo e senti, a calcinha estava ensopada. Ela podia dizer que não, mais o corpo já me disse tudo que precisava ouvir. Coloquei ela em cima da mesa da sala subi aquele vestido e afastei a calcinha de lado enfiando levemente a língua. Ela gemeu na hora, e suspirou.

– Isso é bom mesmo, exatamente como dizem.

– É sim, porque nunca chuparam sua bucetinha assim?

– Não, fui ensinada que era errado, e meu marido nunca fez e nem eu nele.

Passei a chupar com intensidade de vontade, não precisei muito esforço e Aline gozou.

– Agora sua vez, pega meu pau e coloca na boca.

Ela foi colocando, meio envergonhada e parecendo que não sabia mesmo o que fazer. Fui dizendo pra ela como fazer e o que fazer, depois de uns 10 minutos ela já punhetava e chupava como se fosse a ultima vez que faria isso. Segurei meu pau e peguei ela pelos cabelos e fiz ela chupar nos movimentos que eu guiava. Então não demorou muito e também gozei na boca dela. Ela cuspiu uma parte da porra e disse:

– Nunca tinha feito isso e nunca senti tanto tesão assim na minha vida!

Coloquei a safada de quatro e comecei a colocar o pau naquela buceta bem apertada. Com certeza só o marido comia pois ela era realmente bem apertadinha.

– Já foi comida com vontade e selvagem alguma vez?

– Nunca, mais minhas amigas as vezes conversam entre si e escuto, já fiquei com vontade e molhada uma vez.

Encaixei meu pau devagar naquela xoxota apertada e conforme ia entrando estava aumentando o ritmo. Comecei a bombar forte , com vontade, as bolas batendo.

– Aiiii, isso, vai,, faz amor gostoso comigo, vai delícia.

– Não sua puta safada, hoje você não vai ter amor, hoje você vai ter prazer e uma trepada pra nunca mais esquecer.

Dei uns tapas na bunda, puxava aquele cabelo comprido e metia com força e vontade. Eu ia metendo cada vez mais forte até que a safada se soltou toda.

– Isso fode essa puta, me come vai, mostra pra mim como é uma foda de verdade.

Caralho aquilo me deixou mais louco ainda de tesão. Deixei a bunda dela vermelha com todos os tapas que eu dava. Eu metia forte e passei a brincar com os dedos no cuzinho.

Então tirei o caralho da boceta e mirei na portinha do cu.

– Não, aí não!

Nem deu tempo dela reclamar pois deu um puta dum grito e gemeu. Então a segurei no colo com a piroca toda enterrada no cuzinho dela. Pois sabia que no caso dela se não metesse de uma só vez e rápido, nunca iria comer aquele cuzinho. Deixei ela relaxar um pouco e fui estimulando a buceta com os dedos. Assim que ela relaxou comecei a bombar com mais força naquela bunda gostosa. A vadia agora rebolava gostoso com meu cacete metido em seu brioco.

– Está gostando puta safada, sente esse pau em você toda.

– Isso mete goza nessa puta casada, realiza minha fantasia e desejo.

E foi justamente o que fiz, depois de algumas estocadas ela gozou e gemeu forte. Eu já estava a ponto de gozar mesmo então dei um jato de porra no cuzinho e na bunda dela. Naquele dia trepamos gostoso e realizei meu fetiche. O problema é que a safada se apaixonou e quase me trouxe problemas. Porém foi bacana fiquei com a safada cerca de 1 ano comendo a vadia pelo menos 2 vezes por meses até que me mudei pra longe mas ainda mantemos contato.

Em breve trarei mais contos de sexo nacional pra vocês. Irei relatar a todos como foi a nossa primeira vez em um motel da cidade.

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2 comentários para “Contos de sexo nacional – Fodendo a corretora gostosona

  1. marcley • 7 de fevereiro de 2019

    so bucetinha gostosa

  2. luis • 12 de fevereiro de 2019

    linda sua xana daria uma boa mamadanela.

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